- Resumo da transferência de dev1ce para a 100 Thieves
- Trajetória de dev1ce: Astralis, NiP e volta aos holofotes
- gla1ve como coach e o impacto tático na 100T
- Análise da forma atual de dev1ce no CS2
- Elenco completo da 100 Thieves em CS2
- rain e dev1ce mentorando a nova geração
- Expectativas para 2026: campeonatos e ranking
- Apostas em esports e o paralelo com s1mple
- CS2, skins e o mercado de csgo skins
- Dicas seguras para csgo skin trade em 2026
- Conclusão: qual pode ser o futuro da 100T com dev1ce
Resumo da transferência de dev1ce para a 100 Thieves
A chegada de Nicolai "dev1ce" Reedtz à 100 Thieves é, ao mesmo tempo, um movimento nostálgico e um passo ousado no cenário de Counter-Strike 2. Depois de encerrar seu ciclo com a Astralis no fim de 2025, o AWPer dinamarquês finalmente teve o novo destino revelado em 2026: uma 100T reformulada, cercada de hype e com a missão de voltar ao tier 1.
O anúncio completa uma reconstrução que vinha sendo feita aos poucos. A organização já havia confirmado Håvard "rain" Nygaard, outro campeão de Major e um dos riflers mais respeitados da história. Para fechar a equação, entram três jovens promessas europeias e um comandante de luxo: Lukas "gla1ve" Rossander como coach.
Em vez de montar um super time apenas com veteranos, a 100 Thieves aposta em uma mistura de experiência pesada com talentos em ascensão. Isso faz sentido tanto competitivamente quanto do ponto de vista de branding: o time ganha manchetes com nomes lendários, mas também constrói uma base para o futuro.
Trajetória de dev1ce: Astralis, NiP e volta aos holofotes
Para entender o peso dessa transferência, é importante olhar a carreira de dev1ce com um pouco de contexto. Ele não é "apenas" um bom AWP: estamos falando de um jogador com quatro títulos de Major e anos entre os melhores do mundo no CS:GO.
Era Astralis e domínio nos Majors
A fase mais icônica de dev1ce foi, sem dúvida, a lendária era Astralis. Entre 2017 e 2019, o time dinamarquês redefiniu o que significava jogar Counter-Strike de forma tática, disciplinada e cientificamente preparada.
Nesse período, dev1ce consolidou sua imagem como um AWPer extremamente consistente, menos focado em jogadas de highlight e mais em posicionamento, trades inteligentes e impacto redondo ao longo de séries longas. Ele não era sempre o mais explosivo em estatísticas brutas, mas raramente afundava o time.
Passagem pela NiP e a busca por um novo topo
Após o auge na Astralis, dev1ce tentou um novo começo com a Ninjas in Pyjamas (NiP). A aventura sueca trouxe alguns resultados respeitáveis, como top 8 em grandes eventos, mas nunca reproduziu o domínio absoluto da fase Astralis.
A NiP serviu para mostrar que dev1ce conseguia se adaptar a um ambiente e cultura diferentes, mas também evidenciou como é difícil replicar uma era de dominância quando o resto do cenário evolui junto.
Retorno à Astralis e a transição para o CS2
Em 2022, dev1ce voltou à Astralis. A expectativa era de uma "segunda era" do time, mas os resultados foram mais irregulares. A transição de CS:GO para CS2 em 2023–2024 trouxe novos desafios: meta em constante mudança, mapas remodelados e uma geração de jogadores muito mais agressiva e mecânica.
Mesmo com alguns picos — como boas campanhas em eventos como IEM Chengdu —, o desempenho foi uma montanha-russa. Apenas um Major disputado nessa fase, em Budapest, e muitas dúvidas sobre a capacidade da Astralis de acompanhar o ritmo das novas potências.
gla1ve como coach e o impacto tático na 100T
Se dev1ce é o rosto do projeto, gla1ve é o cérebro por trás dele. A escolha da 100 Thieves de trazer seu antigo in-game leader como treinador é um sinal claro: a organização quer um time com identidade tática forte, e não apenas cinco bons atiradores.
gla1ve foi, por anos, considerado o melhor IGL do mundo, justamente por saber:
- Ler o adversário em poucos rounds;
- Explorar timings pouco convencionais;
- Montar execuções simples, mas extremamente eficientes;
- Adaptar mid-rounds com frieza, mesmo sob pressão de playoffs.
Como coach, ele terá a chance de transferir esse conhecimento para uma line-up que mistura dois campeões de Major com três jogadores mais novos.
Sinergia dev1ce + gla1ve, agora renovada
A química entre dev1ce e gla1ve é um dos pontos mais promissores do projeto. Eles já compartilharam anos de servidor, construíram um sistema juntos e sabem exatamente quais posições, rotinas e estilos de mid-round funcionam melhor um com o outro.
Num cenário em que muitos times ainda parecem meio perdidos em relação ao meta de CS2, essa dupla pode acelerar o processo de evolução da 100 Thieves, desde que os jovens consigam acompanhar a exigência tática.
Análise da forma atual de dev1ce no CS2
Mesmo com todo o currículo, há um elefante na sala: o dev1ce de 2025 não era o mesmo monstro que dominava Majors em 2018–2019. Seu rating na era CS2 caiu em relação ao auge no CS:GO, e o rendimento em grandes palcos foi mais irregular.
Em 2025, os números estatísticos apontavam um jogador ainda acima da média, mas longe do nível de candidato a melhor do mundo. Em entrevistas, o próprio dev1ce chegou a mencionar queda de motivação e dificuldades para manter o ritmo de treino em alguns momentos.
Isso alimenta a grande dúvida sobre essa transferência: a 100 Thieves está contratando o GOAT ainda em forma ou uma versão já em reta final de carreira, apostando mais na experiência e no nome do que no impacto bruto em servidor?
Fatores por trás da queda de rendimento
Não dá para apontar um único culpado. Alguns pontos pesam:
- Transição CS:GO → CS2: muitos veteranos sofreram para se adaptar a mudanças de movimento, granadas e leitura de pixel;
- Instabilidade de elenco na Astralis, com trocas constantes e pressão da torcida;
- Motivação: depois de ganhar tudo, manter fome competitiva é um desafio psicológico real;
- Nova geração: riflers e AWPers mais jovens, com mecânica absurda, elevaram o nível de exigência no tier 1.
A temporada de 2026 com a 100 Thieves deve servir como teste definitivo sobre até que ponto dev1ce ainda pode ser um dos pilares do topo competitivo ou se seu papel passa a ser mais de liderança, experiência e consistência moderada.
Elenco completo da 100 Thieves em CS2
A 100 Thieves não seguiu o caminho mais óbvio de juntar apenas medalhões. Em vez disso, construiu uma formação com dois "tios experientes" e três jogadores que ainda buscam se consolidar no tier 1.
O elenco de CS2 da 100T fica assim:
- Nicolai "dev1ce" Reedtz – AWPer, lenda dinamarquesa, 4x campeão de Major;
- Håvard "rain" Nygaard – rifler veterano, referência de espaço e experiência em playoffs pesados;
- William "sirah" Kjærsgaard – destaque de 2025 pela ECSTATIC, com rodagem em torneios de tier 2 e 3;
- Alex "poiii" Nyholm Sundgren – passou por EYEBALLERS e Alliance em 2024–2025, ainda sem histórico consistente em tier 1;
- André "Ag1l" Gil – ex-SA W, com resultados sólidos em eventos internacionais, incluindo top 3 em campeonatos relevantes.
No comando, o técnico é Lukas "gla1ve" Rossander, que traz a mentalidade vencedora da era Astralis para um projeto totalmente novo.
Perfil dos jogadores jovens
Os três reforços mais novos chegam com a missão de provar que podem jogar de igual para igual com os melhores do mundo.
- sirah: vem de uma ECSTATIC competitiva no tier 2 europeu. Mostra bom entendimento de espaço e paciência em mid-rounds, mas ainda precisa mostrar constância contra elencos de elite;
- poiii: apareceu em equipes como EYEBALLERS e Alliance. Mecânica decente, mas sem grandes amostras em LANs tier 1. É o típico jogador que pode explodir com a estrutura certa ou sumir se o salto for muito brusco;
- Ag1l: talvez o mais "pronto" dos três, com um histórico de bons resultados pela SAW. Já experimentou playoffs e partidas importantes contra times consagrados, o que pode ajudá-lo a lidar com a pressão.
rain e dev1ce mentorando a nova geração
Um dos aspectos mais interessantes desse elenco é a dinâmica de mentoria. Em vez de formar um "asilo de veteranos", a 100 Thieves coloca rain e dev1ce como pilares de experiência para guiar a nova geração.
Esse modelo funciona bem quando:
- os veteranos ainda têm impacto individual suficiente para segurar jogos difíceis;
- os jovens absorvem rápido a disciplina tática e o profissionalismo diário;
- a comissão técnica cria um ambiente em que erros fazem parte do aprendizado, sem pânico a cada eliminação precoce.
rain, especialmente, tem histórico de se manter relevante mesmo com a evolução do meta. Ele pode ajudar bastante na parte de tomada de espaço, trocas de kill e controle emocional em momentos de clutch.
Desafios de química e identidade de time
Montar um elenco com jogadores de países e trajetórias diferentes sempre traz desafios de comunicação e cultura. O inglês deve ser a língua de trabalho, mas, além da barreira linguística, há diferenças de estilo de jogo.
gla1ve terá que encontrar o equilíbrio entre:
- aproveitar a experiência de dev1ce e rain nos papéis em que eles são mais confortáveis;
- não engessar demais os jovens, permitindo que tragam frescor e agressividade moderna;
- desenhar uma identidade clara de 100 Thieves, para não virar apenas "Astralis 2.0 com outras peças".
Expectativas para 2026: campeonatos e ranking
Em termos de resultados, é arriscado prever uma 100 Thieves campeã logo de cara. O mais sensato é projetar uma curva de crescimento gradual ao longo da temporada de 2026.
Algumas metas realistas para o ano:
- Alcançar e se manter em um ranking internacional estável, disputando com times de tier 1 e 1.5;
- Classificar para os principais circuitos e torneios de grande porte, incluindo eventos de franquia e qualifiers de Major;
- Mostrar evolução visível de um campeonato para outro, principalmente no aspecto tático e de sinergia.
Se os resultados vierem cedo, ótimo. Mas, pensando no perfil da line-up, o valor maior pode estar em 2027 e além, caso a organização mantenha a base e permita maturação completa do quinteto.
Apostas em esports e o paralelo com s1mple
Outro ponto interessante é que o movimento de dev1ce lembra, em parte, a escolha de Oleksandr "s1mple" Kostyliev ao se juntar a uma organização menor recentemente. Em ambos os casos, estrelas consagradas buscam novos ares, fogem de narrativas desgastadas e tentam construir algo praticamente do zero.
Para quem acompanha apostas em esports, isso cria um cenário bem dinâmico. Times em reconstrução costumam ser:
- Subestimados em odds no início, quando ainda não há muitos dados;
- Ótimos alvos para quem acompanha de perto o desenvolvimento da equipe;
- Muito sensíveis a mudanças de forma individual, principalmente de jogadores-chave como dev1ce.
Nesse tipo de contexto, é sempre importante fazer gestão de banca com cautela e considerar que projetos em fase inicial são, por natureza, voláteis.
CS2, skins e o mercado de csgo skins
Com o CS2 estabilizado, o ecossistema de skins também vive um novo momento. A herança de anos de CS:GO fez com que o mercado de csgo skins continuasse extremamente ativo, mesmo com o jogo atualizado.
Hoje, o inventário de skins de muitos jogadores é praticamente um portfólio digital. Itens clássicos, como AWP Dragon Lore, facas raras e AK-47 de coleções antigas, seguem valorizados, principalmente em plataformas especializadas.
Sites dedicados ao comércio de skins, como a csgo skin trade da UUSkins, ajudam a manter esse mercado acessível e relativamente organizado, permitindo que jogadores comprem, vendam ou troquem com mais segurança do que em negociações aleatórias.
Por que skins importam para a cena de esports
Skins não são apenas cosméticos bonitos, eles influenciam diretamente o ecossistema do jogo e até o engajamento em torno de times como a 100 Thieves:
- Identidade visual: jogadores e organizações constroem sua marca em torno de combinações de armas e adesivos;
- Engajamento de fãs: torcedores colecionam skins relacionadas a seus times favoritos, seja por adesivos de Major ou coleções especiais;
- Economia paralela: o valor movimentado em skins é significativo e atrai desde colecionadores até traders profissionais.
Para jogadores que acompanham dev1ce, rain e companhia, ter uma skin inspirada em suas armas favoritas em servidor é uma forma a mais de se conectar com a trajetória da equipe.
Dicas seguras para csgo skin trade em 2026
Com o aumento do interesse em skins e a continuidade da base herdada do CS:GO, também cresce a importância de negociar de forma segura. Algumas boas práticas para quem quer se aprofundar em csgo skin trade em 2026:
Use plataformas especializadas
Negociar apenas via troca direta na Steam com desconhecidos aumenta o risco de golpes. Plataformas focadas no comércio de csgo skins, como a seção dedicada da UUSkins, costumam oferecer:
- Sistemas de escrow ou proteção de transação;
- Avaliação transparente de preços, baseada em mercado real;
- Filtros por desgaste (float), padrões especiais e adesivos, o que ajuda a encontrar oportunidades.
Entenda valor, float e padrão
Para negociar com inteligência, é essencial ir além do preço superficial:
- Float: determina o desgaste da skin. Floats muito baixos (Factory New quase perfeito) ou extremamente altos podem ter valor adicional;
- Padrão (pattern): em algumas skins, certos padrões são muito mais raros e valorizados, como facas Doppler ou Case Hardened;
- Adesivos: stickers de jogadores lendários, especialmente em épocas de auge (como a fase histórica de dev1ce na Astralis), podem aumentar bastante o valor de uma arma.
Gestão de risco e planejamento
Skins podem valorizar, mas também podem perder preço conforme o meta visual e a oferta mudam. Trate sua coleção como um ativo de risco:
- Não invista dinheiro que você não pode perder;
- Evite entrar em hype sem entender o motivo da valorização;
- Diversifique: não coloque todo o valor em um único item ultra caro.
A vantagem de sites como a UUSkins é justamente permitir que você faça essas movimentações com mais controle, recorrendo a filtros e histórico de preços para fundamentar melhor cada decisão.
Conclusão: qual pode ser o futuro da 100T com dev1ce
A 100 Thieves conseguiu montar um dos projetos mais interessantes da temporada 2026 de CS2: um núcleo de lendas (dev1ce, rain e gla1ve) cercado de jovens com fome de espaço no tier 1.
Há riscos claros — principalmente em relação à forma atual de dev1ce e ao tempo necessário para que o time encontre sua identidade —, mas o teto de desempenho é alto. Se o AWPer dinamarquês recuperar parte da antiga confiança e se os novatos se adaptarem ao ritmo de grandes eventos, a 100 Thieves pode tranquilamente se firmar como presença constante em playoffs importantes.
Enquanto isso, o cenário de CS2 segue crescendo em torno não só dos times, mas também da economia paralela de skins, onde plataformas como a UUSkins facilitam o dia a dia de quem quer entrar de cabeça no universo de csgo skins e csgo skin trade.
Em 2026, vale ficar de olho tanto nas partidas da 100 Thieves quanto nas oportunidades dentro e fora do servidor — seja nos torneios, seja na evolução do mercado de skins que acompanha essa nova era do Counter-Strike.












